Tchê e os Duendes

procurando feijões. um de cada vez.

ruim da cabeça… ou doente do pé?

Pra quem sempre sonhou em saber como é samba de irlandês, o vídeo aí abaixo tá bem ilustrativo!

Sábado passado teve exibição de um documentário sobre a música brasileira no exterior, no cinema da universidade. Fiquei feliz em ver poucos brasileiros por lá – o que significa que a maior parte do público era de estrangeiros, com um interesse autêntico pelo tema. O filme, chamado Beyond Ipanema, é muito bem produzido, informado e atualizado. Mas me pareceu falar de coisa demais – mesmo pra mim, que conhecia bem o tema, acabou ficando cansativo depois de um tempo. Mesmo assim, a plateia saiu doidinha pra chacoalhar os quadris… coisa que obviamente ninguém fez.

A programação da noite era toda brasileira. Depois da sessão, um DJ, no hall/lounge do cinema, tocou vários dos grupos e artistas que apareceram no filme. Mas o ponto alto foi mesmo o início: antes do filme, a Belfast Beat Carnival Band sambou por quase uma hora, na calçada em frente ao cinema. É isso que vocês verão aí abaixo, com absoluta exclusividade: um bando de irlandês batucando debaixo da chuva. Não podia ser mais típico…

22 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | 1 Comentário

por dentro da caixa preta

Abaixo algumas fotos do show do QUBe quarta-feira passada, no Black Box. Não consegui me fotografar tocando, mas dizem por aí que eu tava lá, e cantei Garota de Ipanema no melhor estilo crooner de boteco.
Foi uma surpresa ver a casa cheia pra assistir um show de música experimental. No final das contas, a coisa não era tão esquisita assim – o show foi bastante diversificado, com opções de música eletrônica lounge a improvisação livre, passando por standards de jazz e um trio de brinquedos geneticamente modificados.
Como era dia de aniversário também, ganhei um monte de agrados – que, na tradição irlandesa, se traduzem em doses de whiskey. Alternadas com Guinness. Acho que me cantaram parabéns (ou qualquer outra coisa) no meio da rua, depois que nos tocaram do bar, mas essa parte se perdeu numa zona nebulosa da memória. Ou do fígado.

16 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | 2 Comentários

cubo invade a caixa preta

Essa quarta-feira é o show do QUBe, a banda de vale-tudo que eu falei aqui.

qube invades the black box!

Uma noite da mais pura traquinagem contemporânea. E um pão de queijo pra quem me achar no cartaz acima!

11 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | 1 Comentário

Belfast tropical

Hoje, 7 de maio, depois de 7 meses e 23 dias em Belfast, eu vesti manga curta pela primeira vez. \o/

Verdade que passei frio, mas ainda assim é um evento.

7 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

tudo dito, do mesmo

Eu sei, mandei mal! Tava esperando juntar mais coisa pra dizer aqui, e não queria falar sobre o concerto do Finnegans sem ter o vídeo pra mostrar. Isso acabou demorando mais do que a encomenda, mas funcionou. O vídeo da minha peça tá aí abaixo, e o concerto não foi nada de provocar terremotos (ou vulcões, que continuam na moda), mas quem foi se divertiu. A parte mais legal foi a última peça. Ela era tocada ao vivo por um trio em cima do palco, um sujeito fazendo eletrônica ao vivo no meio da platéia e mais um saxofonista embaixo da platéia. Acho que nunca comentei aqui, mas o chão do Sonic Lab é uma grade de ferro sobre um fosso de 5 metros de profundidade. Esse fosso serve justamente pra esse tipo de experiência – funciona como mais um plano de espacialização, com 5 pares de alto-falantes em surround lá embaixo e mais a possibilidade de colocar músicos nessa posição baixa. Enfim, tinha um saxofonista lá embaixo tirando sons muito alucinados, e caminhando pelo espaço. A única luz em todo o auditório (além da tela projetando o filme) vinha justamente de lá, e era uma lanterna vermelha bem fraquinha. Isso tudo combinado com o estilo nada gracioso da composição deu um clima realmente sinistro – e muito bem-vindo – pro fim do concerto, que afinal tinha mesmo uma proposta bem experimental. Vocês vão ver aí pelo vídeo.

A outra grande novidade da semana foi a minha participação brilhante no futebol do SARC domingo passado. Depois de um mês no Brasil, eram grandes as expectativas gerais sobre o meu desempenho canarinho. E canastríssimo. Mal sabiam eles quanta perna de pau os esperava. Pra piorar a situação, choveu do início ao fim do jogo. Da próxima vez que eu assistir uma partida debaixo de frio e chuva pela TV, vou respeitar os jogadores um pouquinho mais. Porque dói! No final eu tinha dois picolés no lugar das mãos – tava quase parecido com o final da subida das Mourne Mountains, aquela tarde dramática!

Também tô colocando aí pra baixo um vídeo curtinho e engraçadinho de um dos últimos dias no Brasil. Ficou faltando eu agradecer geral aqui, porque esse mês que eu passei por aí não foi coisa pouca viu. Graças a vocês, embarcar nesse avião foi mais difícil do que embarcar naquele outro, 7 meses atrás. Tomara que seja sempre assim.

6 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

6 de maio de 2010 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

   

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